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Reality Blog

Um pouco mais do que reality shows

quinta-feira, outubro 13, 2005

Lost - Sequência da série

Nas últimas semanas, algumas histórias foram devidamente elaboradas pela sequência do programa. Por isso, vamos mencionar rapidamente as revelações que rolaram nos episódios 2 a 4, e como eles se conectam aos ganchos do final da primeira temporada. Para ler as histórias, novamente, você precisará selecionar o texto abaixo, escrito em fonte de cor branca para desaparecer no fundo do blog:

Bom, vamos começar com o que aconteceu com Michael, Jin e Sawyer. Sawyer, para começo de conversa, sobrevive. Ele e Michael se apegam a balsas e brigam quase que o episódio 2 inteiro. O episódio é centrado na decisão de Michael de abdicar da paternidade de Walt, e como ele sofreu com esta decisão. Basicamente, o coitado foi chantageado emocionalmente da pior forma possível pela esposa, que exigia compreensão do cara, após ela arranjar um emprego em outro país, trair o marido com o chefe e querer arrastar o filho para esta nova vida, deixando Michael de fora. Durante o episódio inteiro, ela chia que o menino terá uma vida melhor com ela, algo curiosíssimo, pois Michael é um arquiteto. Em todo caso, ela leva Michael à justiça e a advogada da esposa dele o sacaneia, jogando na cara do rapaz que ele mal conhece Walt (por culpa da própria esposa, que o afastou do filho desde a gravidez), mas mesmo assim ela estava para perder o caso. Uma última chantagem emocional fez Michael finalmente assinar os documentos de renúncia de paternidade.

No final deste episódio, Michael e Sawyer são levados para a ilha novamente, onde encontram um Jin amarrado e fugindo de outras pessoas. Inicialmente, imagina-se que eles sejam os "Outros", porém é revelado no episódio 4 que eles são, na verdade, sobreviventes da cauda do avião. Entre eles, estão Ana Lúcia, a moça que fala com Jack no aeroporto, em flashback da primeira parte do episódio final da primeira temporada, e Bernard, o marido de Rose, aquela senhora negra que todos achavam que estava pirada por achar que seu marido sobrevivera. O episódio termina com o grupo descobrindo que 23 pessoas que estavam na cauda do avião sobreviveram, porém eles só encontram 6. Ainda não se sabe o que aconteceu com as outras 17 pessoas, e isso provavelmente será revelado em breve.

Quanto à escotilha, a história é bem longa. Para começo de conversa, o impasse no primeiro episódio, com Jack apontando uma arma para o tal australiano que encontrara no passado e o cara apontando uma para a cabeça de Locke se encerra quando o australiano relembra de Jack. Porém, um tiro é disparado na confusão que destrói um terminal de computador no local. Este terminal está ligado a um relógio que entra em contagem regressiva a cada 108 minutos, e por algum motivo misterioso, uma senha deve ser colocada no terminal para que a contagem se reinicie. A senha é "4 8 15 16 23 42", os velhos e famigerados números.

Dentro do bunker, também existem outras coisitas. Por exemplo, existe muita comida no local, que Hurley, encarregado do inventário no episódio 4, resolve distribuir para as pessoas, após reconsiderar explodir com tudo. Isso remonta a um episódio que relembra o que passou na vida de Hurley entre a revelação do resultado da loteria e a sua descoberta pela imprensa. Ele aparentemente estava cogitando manter a sua vida como estava, mas os milhões que recebeu fizeram com que sua vida mudasse, fazendo com que ele perdesse os velhos amigos. Ah, detalhes curiosos: Ele trabalhava em uma lanchonete de frangos fritos e aparece em uma loja de CDs zoando de um CD da banda Drive Shaft, da qual Charlie participou.

Neste momento da série, são poucos o que sabem do segredo do bunker: Jack, Saiyd, Kate, Locke (centro do episódio 3, que mostra uma relação amorosa que teve no passado e a sua tentativa de controlar a sua ira contra o pai), Hurley, Rose (levada ao local por Hurley pois estava lavando roupas no muque) e Charlie (Locke conta tudo para ele no episódio 4).

O episódio 4, porém, traz uma revelação importante: O local onde os sobreviventes da cauda do avião estão escondidos é outro bunker. Isso tem a ver com um filme encontrado no bunker do grupo maior, onde ficamos sabendo que existem 5 destes espalhados pela ilha. Pelo que vi neste episódio, parece-me cada vez mais certo que a ilha é artificial, e ficamos sabendo que a distorção eletromagnética na ilha parece ser oriunda de um gerador artificial neste bunker. Isso poderia estar atraindo navios e aviões ao local.

Enfim, a nova temporada está apenas começando, mas tem muita coisa importante ainda vindo por aí. O sumiço de Walt, a meu ver, só tem uma explicação: Caso ele fosse mantido na série ao longo das temporadas, o ator que faz o garoto acabaria crescendo, algo que quebraria o andar da história, pois supostamente cada episódio acontece a cada 2 dias. O bebê e o cachorro podem ser sempre substituídos, e além de Walt, não há crianças ou adolescentes entre os sobreviventes, o que ajuda a manter as aparências da série...

Voltei!!!

É impressionante, mas já fazem mais de duas semanas que não posto aqui no blog. Isso se deve a alguns fatores, em especial uma retomada de alguns aspectos de minha vida aqui fora, mas a verdade é que não tenho tido muito assunto sobre o qual escrever.

Mas enfim, hoje eu vou falar um pouco da nova temporada de séries americanas, em especial a batalha pela audiência, algo que pouca gente sabe aqui no Brasil. Com a nova temporada, algumas coisas mudaram na ordem de batalhas americana, tornando a disputa mais emocionante entre as 3 principais emissoras americanas, a ABC, a CBS e a NBC. A FOX só consegue figurar no topo com American Idol, no começo de cada ano, e até final de outubro com os playoffs de beisebol, por isso eles estão fora da jogada por enquanto.

As segundas-feiras têm sido da CBS há eras, desde que Everybody Loves Raymond se tornou uma marca da comédia americana. Este ano, sem Raymond, a CBS tem tido problemas nas segundas. Nesta segunda, os playoffs de beisebol (FOX) e a partida de segunda de futebol americano (ABC) ficaram na frente de King of Queens e How I Met your Mother. A audiência desta série, muito boa, tem sido especialmente prejudicada pela audiência apenas mediana de King of Queens. O horário das 21 horas tem sido uma batalha entre o futebol americano e as séries Two and a Half Men e Out of Practice, da CBS. Porém, as 22 horas ainda são amplamente dominadas pela CBS com CSI: Miami. Com o fim dos playoffs de beisebol, porém, a CBS deve ter um aumento na audiência de suas comédias de segunda.

As terças-feiras têm sido outra batalha campal. O horário das 20 horas é solidamente dominado por NCIS, da CBS, batendo facilmente séries como Biggest Loser 2 (NBC) e ANTM 5 (UPN). O horário das 21 horas atualmente está sendo dominado pela novata série "Commander in Chief", da ABC, só por causa da atriz principal, Geena Davis. AR8, porém, tem tido audiências respeitáveis no horário, sempre acima de 7.0/10 pontos. Já o horário das 22 horas é dominado por Law and Order SVU, da NBC, atualmente a melhor das três séries da franquia.

As quartas-feiras tem sido bem variadas: O horário das 20 horas tem tido uma batalha campal entre ABC, CBS e NBC, com nenhuma série acima de 6.0/9 pontos. As 21 horas são dominadas por Lost, apesar da CBS conseguir boas audiências (por volta de 7.5/12 pontos) com Criminal Minds neste mesmo horário. As 22 horas são totalmente dominadas por CSI: NY, tirando o antigo domínio de Law and Order neste mesmo horário.

As quintas-feiras, por outro lado, são 100% CBS. Survivor, CSI e Without a Trace sempre destroem a oposição, conseguindo mais de 50% da audiência dos adversários (CSI e Survivor dobram a audiência do segundo lugar). As sextas, com audiências reduzidas pois muita gente sai neste dia com amigos e família, também são totalmente dominadas pela CBS, com a trinca Ghost Whisperer, Threshold e Numbers. No sábado, o pior dia para audiências nos EUA, a CBS consegue vencer com reprises de CSI e Close to Home nas duas primeiras horas, e com uma série de documentários às 22 horas.

Por fim, os domingos geralmente começam a serem contados das 19 horas, o que dá à FOX uma bela saída, por causa da alta audiência dos jogos de futebol americano da tarde. O resto da noite é dominado pela ABC, com Desperate Housewives e Grey's Anatomy.

No total da semana, a CBS continua sendo a emissora de maior audiência da TV americana. Na atual temporada, a emissora tem uma média geral de 8.3/13 pontos de audiência, contra 7.4/12 da ABC, 6.4/10 da NBC e 4.8/8 da FOX. UPN e WB se degladiam pelo último lugar, com médias por volta de 2.4/4 pontos. No começo do ano, os números certamente vão mudar, pois a FOX passará a ganhar audiência com American Idol e os playoffs de futebol americano. É provável que, no final da temporada 2005-2006, a NBC feche com a quarta colocação na audiência, números inimagináveis até 2 anos atrás...

terça-feira, setembro 27, 2005

Notas sobre RC e séries americanas

Bom, é oficial: A RC está em entressafra. Eu não imaginava que fosse perder tantos visitantes no site após o final do Fama 4, porém a queda foi brutal: 75%. Desde abril deste ano, quando ficamos um mês sem séries no Brasil e sem BBs estrangeiros para atrair visitantes, não tínhamos uma queda tão brusca. Curiosamente, a coisa rolou do dia pra noite: Bastou o episódio final do Fama 4 entrar na RC para a audiência cair. Sem séries sendo exibidas no Brasil, a busca aleatória, que traz visitantes novos para a RC, desaparece.

Eu acredito, porém, em uma leve subida nos próximos dias. Com The Apprentice 3 estreando no People+Arts, pode-se haver uma busca por notícias da série, o que elevaria um pouco a audiência do site. Também estou com muitas esperanças com relação a America's Next Top Model 5, que está confirmada como sendo a temporada a ser exibida pela Sony a partir de novembro. Com estas duas séries, o total de visitas deve chegar aos mesmos níveis deste período no ano passado, de 500 visitas diárias.

Neste meio-tempo, eu tenho aproveitado os dias para pensar em novas idéias. Eu ainda não abandonei a idéia de fazer uma versão light e em inglês da RC, para conseguir buscar uma renda maior que validasse o trabalho. Eu ainda estou resistindo à tentação de sujar a RC com banners e popups nacionais, pois eles pagam um pouco menos do que os americanos. Porém, com o dólar desvalorizado, a tentação de colocar uns 2 banners a mais na RC aumenta. Nada preocupante, por enquanto. Popup, por exemplo, nem pensar. Quanto à RC em inglês, ela serviria para explorar os sites americanos que vendem publicidade, pois as possibilidades de ganhos com eles são bem maiores.

Enquanto isso, a vida segue. Nesta terça, eu vou atacar o capítulo de manipulações do livro e pensar em como fazer o formulário para fazer a pesquisa de momentos importantes que pedirei a vocês, leitores da RC, me ajudarem. Depois deste capítulo, ficará faltando o capítulo de psicologia e arrumar o capítulo de grandes vencedores para dar o livro como pronto para revisão.

Quanto às séries americanas, eu tenho algumas notinhas sobre elas:

1) Amazing Race 8: Parece que NOVAMENTE o resultado final da série vazou na imprensa americana. Porém, este ano, eu tomei uma decisão consciente de NÃO noticiar isso aqui na RC. O motivo é simples: Eu não quero estragar meu prazer de assistir à série. Heh.

2) Séries novas: Eu comentei aqui semana passada sobre duas séries novas que havia assistido, Bones e Criminal Minds. Ambas parecem ter sido ignoradas por Sony e Warner, algo totalmente chocante. A Sony irá investir pesado em dramas totalmente desconhecidos e que provavelmente serão rapidamente cancelados. Quem é a anta que cria a grade da empresa, eu não sei. Aliás, Bones melhorou um pouco no segundo episódio, o que já é uma vantagem. A reconstrução facial em holograma ainda está lá, porém ela não foi a base da investigação, o que foi bom.

Porém, a emissora acertou ao comprar a série Out of Practice. Esta é uma bela comédia que fala sobre a vida de um advogado que tem que viver com 4 médicos na família. A série me fez rir bastante no primeiro episódio, e tem alguns rostos conhecidos no seu elenco. Esta é uma das novas comédias da CBS para as segundas-feiras. A outra é How I Met your Mother, uma série que parece ter sido criada para durar muitos anos. Ela conta a história da formação de um casal (geralmente a finalidade de toda santa comédia não-familiar americana) a partir da história contada pelo pai ao seu casal de filhos no futuro. Boa parte da graça da série está no fato das reações dos filhos no futuro ao ouvirem a história serem intercalados com as cenas da série, dando uma bela visão da história.

Além destas séries, eu chequei uma série que a Sony está anunciando e que é promissora: Ghost Whisperer, de Jennifer Love Hewitt (atriz aparentemente ODIADA por 99,99% de todas as mulheres americanas, porque elas acham que Jennifer se fez por sua beleza, e não por ser uma boa atriz). A única coisa chata da série é a fórmula: Jennifer vê gente morta. Sim, a história é a MESMA do filme "O Sexto Sentido", com aquele garotinho assustado que via gente morta em tudo quanto era esquina. O que torna a série atraente está no fato dela explorar o lado cômico do ridículo tema, especialmente na interação de Jennifer com pessoas vivas que ficam chocadas ao ouvirem histórias contadas pelos mortos. O primeiro capítulo pareceu interessante, e eu recomendo uma olhada, quando ela estrear.

Sobre as novas temporadas, tem muita coisa legal. Primeiro: Calleigh NÃO se demitiu em CSI: Miami, ela apenas entrou de férias. A coisa quase passou despercebida no primeiro episódio da nova temporada. Em CSI, o primeiro episódio trouxe a notícia de que o responsável pelo crime acontecido no episódio final da quinta temporada teria um cúmplice, de sexo ainda indefinido. Já Law and Order: Criminal Intent estréia com a volta de Nicole Wallace, a arqui-inimiga do detetive Goren. Ela já apareceu em dois episódios anteriores, e desta vez a coisa vai pegar pro lado dela. Eu acho que, quando esta série terminar, esta moça vai acabar sendo presa ou morta. Podem apostar nisso.

Por fim, vamos falar de House, uma das minhas novas séries favoritas. Lembram-se do capítulo que descrevi sobre a série, há alguns posts atrás? Pois é, ele ganhou o Emmy de melhor roteiro de uma série dramática no ano inteiro. O canal Universal irá reprisar este capítulo nesta quinta-feira às 23 horas. Quem ainda não viu, veja. Ele é muito bom.

sábado, setembro 24, 2005

Séries americanas novas

Esta semana, houveram várias estréias nos EUA de séries que provavelmente chegarão ao Brasil. Eu pude assistir os episódios de estréia de duas delas, e tive visões diferentes das duas. As séries são Bones, da FOX, e Criminal Minds, da CBS.

Ambas as séries seguem a linha de séries detetivescas, inaugurada com sucesso nos EUA por NYPD Blue e Law and Order, e que virou moda com a estréia de CSI, em 2000. Ambas adotam particularidades do mundo da luta contra o crime.

A primeira, Bones, trata-se de uma luta para resolver crimes através apenas da análise de esqueletos, muitas vezes descartados há anos. A parte principal da série revolve na reconstrução facial do esqueleto, e é aqui que a série escorrega: Ela inventa um programa holográfico totalmente irreal que simplifica e ridiculariza o árduo trabalho de recomposição facial, que leva muitas vezes dias e requer um artista forense com visão absurda para o trabalho.

Os personagens também são um tanto simplistas: A personagem principal, Dra. Temperance Brennan (Emily Deschanel), entrou no ramo porque, quando era adolescente, seus pais sumiram do mapa e nunca mais foram encontrados. Daí, ela quis entrar no ramo para ajudar outras pessoas a terem um encerramento com relação ao sumiço de seus parentes. Ela trabalha em uma fundação e misteriosamente ganha a chance de trabalhar no campo com um agente do FBI, chamado Seeley Booth (David Boreanaz, famosíssimo por ter sido o ator que fez o personagem-título da série Angel), algo totalmente impraticável.

Já a série Criminal Minds, da CBS, é bem mais realista: Ela mostra o meticuloso trabalho das pessoas que trabalham criando perfis para tentar caracterizar assassinos seriais ou psicopatas. Este tipo de trabalho foi criado na década de 50 para capturar o famoso assassino "Estrangulador de Boston", e serviu para capturar muitos psicopatas famosos, como Charles Manson e o Unabomber.

O personagem principal é Jason Gideon (Mandy Patinkin, conhecido dos fãs por ter feito Rube, o chefe do grupo de "mortes" da série Dead Like Me), agente especial do FBI que volta de um episódio pós-traumático, após capturar um serial killer e perder 6 agentes no processo. Ao contrário de Bones (ou CSI, às vezes), a série não se limita a vomitar jargões científicos para qualificar o processo de investigação, mas sim em mostrar como estes profissionais trabalham, entrando muitas vezes na mente do assassino para poder resolver um crime.

Ao contrário de Bones, que a meu ver só atrairá interesse por causa das fãs do ator que fez Angel, Criminal Minds é uma série muito mais interessante e inteligente, e por isso tem muito mais potencial. Se as duas passassem no mesmo horário e eu só pudesse escolher uma para assistir, certamente seria Criminal Minds. Se alguma emissora nacional comprar a série, eu a recomendo. Bones certamente deve ser exibida pela FOX.

quinta-feira, setembro 22, 2005

Lost - revelações do primeiro episódio

Bem, eu acabei de ver o episódio 1 da segunda temporada de Lost, e eu devo dizer que estou impressionado. Apesar da revelação deste episódio 1 ser apenas de um dos dois ganchos do final da primeira temporada, a revelação compensa. Para ver o que aconteceu no episódio de mais importante, selecione o texto abaixo arrastando o mouse por cima dele.

OK, a história é centrada em Jack e como ele salvou a vida da futura esposa dele. Nós ficamos sabendo que ela causou um acidente de trânsito e que Jack não esperava que ela pudesse andar depois da cirurgia, mas ela consegue sentir os movimentos nas pernas. Nós também ficamos sabendo que Sarah, a futura esposa de Jack, era noiva na época de um outro cara, mas este aparentemente a abandona quando descobre que não poderia transar com ela e teria que cuidar dela, caso ela ficasse realmente paralítica.

Quanto ao gancho, tudo é centrado no que há dentro da escotilha. Logo no começo, vemos um homem acordando no que parece ser uma cápsula do tempo, parada no início da década de 80. Ele tem rações, discos para se entreter, e um computador, ligado a alguma coisa que não sabemos. Jack inicialmente quer esperar até a manhã para descer, mas Kate e Locke resolvem ir primeiro. Kate é arrastada para baixo inicialmente, e Locke resolve ir atrás. Os dois somem, e Jack resolve também descer. Ele encontra a cápsula e descobre Locke, que está com uma arma apontada para a sua cabeça pelo homem. O que Jack descobre é que o homem é o mesmo que, tantos anos antes, o encontrou em um estádio de futebol, onde Jack corria de noite para aliviar a cabeça da cirurgia de Sarah, que ele achava ter fracassado. Por isso seu choque ao ver o tal homem, quem só sabemos o nome: Desmond.

Um último detalhe: Dentro da cápsula, existem inúmeros computadores que parecem registrar dados, uma cúpula de metal estilo "Biosfera" como teto do local onde estão os computadores (todos arcaicos), e a tampa da escotilha tinha a palavra "Quarentena" escrita por DENTRO!!! Ou seja, aparentemente a versão de que tudo não passa de uma grande operação científica parece ser a mais provável.

Ah, e pelos previews, Jin, Sawyer e Michael sobrevivem ao atentado no mar. O próximo episódio deve mostrar a tentativa deles se salvarem, e pode mostrar um episódio centrado em um destes três. Minha aposta é um episódio centrado em Sawyer. Vamos ver que bicho vai acontecer...

Pronto. Agora, vamos seguir em frente, pois eu tenho alguns resumos para fazer ainda hoje. :)

sábado, setembro 17, 2005

Temporada de estréias nos EUA

Eu sempre adoro esta época. É em setembro que estréiam nos EUA todas as séries que movimentam a TV daquele país. Nas próximas 3 semanas, muitas das minhas perguntas serão sanadas, enquanto algumas séries voltam à programação.

No campo das séries de comédia, são poucas as séries que ainda me interessam. Two and a Half Men, My wife and kids e According to Jim são as minhas favoritas. Joey é uma série totalmente desconjuntada, um arremedo de Friends com uma historinha batida, e meu interesse por ela se esvaiu há tempos.

Os novos tempos realmente não são de comédia. Hoje em dia, as emissoras estão investindo muito mais em séries detetivescas, fenômeno começado por Law and Order e NYPD Blues e que explodiu em 2000 com CSI (série que, diga-se por sinal, se beneficiou demais no seu começo da audiência fenomenal da primeira temporada de Survivor). Hoje, todas as CSI e Law and Order: Criminal Intent são as séries que mais me interessam. Law and Order: Trial by Jury, uma versão breve da série que foi cancelada ano passado e pode voltar este ano, também é de meu interesse (ela, por sinal, estréia aqui no Brasil ainda em setembro).

As séries que estou aguardando mais são 24 e Lost. A última temporada de 24 terminou com Jack tendo sua morte simulada e ele sumindo para o México. Já a última temporada de Lost teve duas histórias com ganchos, além de vários passados que ficaram incompletos. Eu quero muito ver o que irá acontecer, além de ver como a série irá continuar a história. A série precisa se afirmar agora na segunda temporada, e será preciso que os escritores da série trabalhem duro para não acabar com a série nas próximas 2 ou 3 temporadas, por causa da limitação da história.

Em suma, usando um termo bastante simples e coloquial, as próximas 3 semanas serão semanas muito legais. :)

segunda-feira, setembro 12, 2005

O sofrimento do cinema nacional

Hoje eu estava assistindo a Directv, e durante um intervalo da série Law and Order: SVU, eu notei que a DTV vai lançar alguns filmes nacionais na sua grade de PPV nos próximos dias. Alguns pareciam promissores, porém o fato de eu nunca ter ouvido falar deles me surpreendeu, pois eu estou sempre visitando sites de entretenimento em busca de bons filmes para ver.

Isso me fez pensar como eu sou um bom representante da população brasileira em geral no caso que formulei. Eu pensei nos motivos pelos quais o cinema nacional fracassa tanto e emplaca tão poucos sucessos, e percebi que o grande problema é a falta de exposição dos filmes para o público.

Percebam algo: Sempre que um filme é muito comentado e muito exposto, ele terá uma boa audiência no Brasil. Porém, os filmes que geralmente são exibidos em comerciais na TV aberta e fechada são quase 100% estrangeiros. Homens-aranhas, bruxos adolescentes e hobbits têm mais espaço do que comédias românticas com atores de novela nacionais. Com isso, o público fica ansioso para ver o filme e corre aos cinemas para vê-lo.

Até mesmo nos previews dos cinemas nacionais, é raro encontrar um trailer decente de um filme nosso. Em geral, o som é horrendo, e praticamente faz a pessoa se desligar da tela na hora. Isso sem contar que ele não dá uma mostra real de como é o filme, muitas vezes se limitando a mostrar uma montagem desconexa de cenas.

Os raros filmes nacionais que fazem sucesso o fazem por alguns motivos clássicos: Um, o filme é infantil e tem um(a) apresentador(a)/comediante no comando. Xuxa, Angélica, Didi, não tem erro, pois o filme acaba sendo marqueteado nos programas destas pessoas. Dois, o filme tem fortes ligações com a Globo. Olga é o maior exemplo: Apesar das críticas desfavoráveis, o filme foi um estrondoso sucesso por causa do fortíssimo marketing da Globo em cima do filme. Três, o filme vira candidato ao Oscar.

A solução, a meu ver, seria uma política melhor de marketing por parte das produtoras e distribuidoras nacionais em cima do nosso produto. Existem muitos filmes de qualidade sendo feitos no Brasil, e nós temos material humano à vontade. Uma melhora na qualidade das produções também iria bem, assim como uma variedade nos roteiros. Chega de comédias românticas, filmes realistas e filmes infantis. Suspenses, thrillers, filmes de ação, todos podem ser viáveis e levar boas platéias aos cinemas para ver as nossas atrações nacionais. Afinal, se tanta gente vai para o cinema ver filmes "pipoca" estrangeiros, por que não fazer filmes "pipoca" nacionais e ganhar em cima do público já acostumado a tais filmes?

Voltando com mais notinhas

Hoje tem sido um dia bom. Após um fim-de-semana de descanso, eu estou retomando as atividades de forma mais forte. Nesta terça, começa a temporada de estréias, com The Biggest Loser 2, e daqui até semana que vem, vai ser uma chuva de séries novas. Aqui está o calendário de estréias que cobrirei imediatamente na RC. As datas são das exibições nos EUA:

Terça (13/09): Biggest Loser 2
Quinta (15/09): Survivor: Guatemala
Quarta (21/09): Apprentice: Martha Stewart
Quinta (22/09): Apprentice 4
Terça (27/09): Amazing Race 8

Além destas cinco séries, eu espero contar com o Sasuke na cobertura de ANTM5, mas com o vestibular dele, eu talvez tenha que cobrir um episódio aqui, outro ali. Até dia 27, o BB USA vai ter terminado, assim como The Contender. A cobertura de Survivor UK deve ser retomada após o final de The Contender, que irá ao ar amanhã. Contando apenas com a cobertura das cinco séries acima, o calendário de cobertura provavelmente ficaria assim:

Quartas: AR8 + BL2
Quintas: App: MS
Sextas: Survivor
Sábados: App
Segundas: The Mole 5 OZ

Isso me deixa com 2 dias abertos, 3 após The Mole OZ. Eu deixarei os domingos totalmente livres para updates do site (Eu passarei o update da página central para domingo, para aliviar o dia). Segundas e terças, eu ainda estou vendo, mas provavelmente eu deixarei a segunda livre para poder passar os dois dias cobrindo alguns BBs antigos. Minha intenção é começar do BB1 UK, com cobertura de semana a semana passando para o 2 (que terá um resumo só, pois só tenho um especial com os melhores momentos da série), entrando no 3, novamente cobertura semanal, e fechando com o 4. Eu provavelmente só cobrirei o 3 após o BBB6 e o 4 após os BBs do ano que vem, mas eu pretendo ser o primeiro site no mundo a ter a cobertura completa dos BBs do Brasil, EUA e Inglaterra. A Austrália, infelizmente, não será possível recuperar as 2 primeiras temporadas.

Quanto ao livro, eu finalmente consegui pegar nele novamente. As últimas semanas têm sido um tanto chatas, por causa da pesquisa por notícias das novas séries, mas agora poderei voltar ao meu ritmo. Hoje eu escrevi 10 páginas sobre momentos históricos, mas eu estou apenas no começo do capítulo. Eu acredito que precise de mais umas 30 horas de trabalho até fechar o capítulo. Com um pouco de constância, eu chego lá. :)

quinta-feira, setembro 08, 2005

O efeito CSI

Muito tem sido falado sobre o "Efeito CSI" nos EUA, mas pouca gente sabe do que ele se trata. Este é um efeito sobre a vida real por parte da dramatização do trabalho forense na série, em especial a forma como exames são extremamente simplificados para caberem nos episódios. Por exemplo, exames de DNA saem em horas, e não em dias, na série.

O que tem acontecido, porém, é que o "Efeito CSI" tem causado dois efeitos no mundo judicial americano: Criminosos estão adotando dicas dadas na série para ocultarem os seus crimes, e jurados estão cobrando uma quantidade maior de provas físicas claras para poder condenar um criminoso.

O primeiro efeito é realmente indesejável. Por exemplo, estupradores estão aprendendo a usar camisinhas na hora de causar seus atos, para não deixar que seu sêmen, principal fonte de DNA para prender criminosos sexuais, seja descoberto nos corpos das vítimas. Já ladrões e assassinos estão adotando o costume de usar luvas para esconder suas digitais. Ladrões de carro tem até usado pistas deixadas no lixo por outras pessoas para dificultar o trabalho da perícia na identificação de um suspeito.

O segundo efeito, porém, é importante. O sistema criminal americano é conhecido por causar erros e mandar inocentes para a cadeia. Fatores como raça e credo podem influenciar júris a condenar pessoas baseando-se apenas na palavra de testemunhas e de provas totalmente circunstanciais. Uma busca por provas físicas mais concretas, que provem realmente que o acusado é culpado, deveria ser o objetivo da promotoria. Porém, o fato de alguns casos que antes eram decididos em favor da promotoria estarem tendo seus resultados revertidos por falta de provas físicas irrita os promotores, que são eleitos por voto para seus cargos, nos EUA. Portanto, se a série ajuda a elevar os padrões de culpabilidade e fazem com que os promotores tenham que buscar provas mais concretas para ter-se certeza da culpa do acusado, isso é ótimo.

Eu particularmente adoro a série, em todas as suas versões, por isso sou suspeito para falar dela. Porém, é fácil ver seu impacto no mundo, por mais positivo ou negativo que possa ser...

 

 

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